
Andam estorricadas as terras da minha Poesia
Sem a fertilidade das tuas palavras... De sol cheias
Despetalando-se incontinentes, salpicando meus
Vales de estrelas, luares sem chaves... Cadeias!
Vazios vales, agora! Erodidos pela saudade!
Não brotam rimas, nem cantam o desassossego feliz
Das tuas mãos, em covas de alegria, rindo em minha
Geografia... Da felicidade me plantando a raiz!
Nos meus olhos a colheita anuncia-se abissal
Sobreviver ao teu estio é abrir-me o ventre
Ao silêncio, plantar pássaros negros no quintal!
Apagados! Espelhos do nada! Mesmo
Sobreviver ao teu estio é abrir-me o ventre
Ao silêncio, plantar pássaros negros no quintal!
Apagados! Espelhos do nada! Mesmo
Sedentos de ti reflorestam teu cheiro, na
Esperança de uma longa chuva tua, recolhem-se...
Tremendo este inverno que teima fecundar-me
.......................................... Nevoeiros!
By Iza
12/12/2008
Tremendo este inverno que teima fecundar-me
.......................................... Nevoeiros!
By Iza
12/12/2008
Um comentário:
~~Poetisa Mor*
Aqui ...
minha bagagem não é solidão/
mas, toneladas de PAIXÃO/
cada palavra uma canção/
cada poesia uma recordação/
cada retalho uma composição/
Absoluta restauração
Fusão...
Do meu Eu no Seu!
Inverno ...com sol
De verão e florido
De Eterna de Primavera!
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