terça-feira, 24 de dezembro de 2013

sábado, 24 de dezembro de 2011

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

sábado, 20 de março de 2010

Sempre Saudades...

Sempre Saudades Minha Amada Mãe

Uma última carícia, derradeiro
Olhar... Coração d´outrora alegria
Um Deus te abençoe suspirado
Unção do teu Amor, Amada Mãe Luzia!

Anjo em Mulher traduzido
Ventre da minha vida, meu
Sumo e essência, Amor sem
Fronteiras, tempo... Medidas!

Teu sofrimento tão meu, alucinava minha
Dor! Mãe... Passos não longes dos pés
Guerreira Mulher! Me ensinaste
O concreto... Alicerçado na fé!

Foste embora! Foste embora!
Tua menininha que acalentavas no colo
De risos florias... Chora! Só chora!

Só a lágrima traduz esta dor... Luz do teu
Amor, Minha Amada Mãe Luzia, do Teu Amor
Apostolada de Maria e o coração de
................................... Jesus!

*****
Saudades sem fim, minha Mãe...
Se pudesse o tempo
Se o pudesse...
Te faria aqui
Pertinho de mim...

Te tenho
N´alma e coração, mas não posso
Tocar-te o corpo, olhar-te nos olhos
Ouvir-te os conselhos, a tua sabedoria...

Nunca mais... Nunca mais...
Dói demais...
Sem dimensão.

*****
Sei que estás com o Altíssimo
Sentes a minha saudade e o meu Amor
Para sempre...
E, se o Céu permitir e eu merecer
Contigo e Painho estarei
No amanhã da Alma... Na Eternidade!

Obrigada, minha Mãe...
Pelo imenso que sei
Teu Amor
Não foi em vão!

Te Amo, minha Mãe Luzia...
Tua Filha
Iza


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Furtivo Amor

Furtivo Amor

Nossa aurora se fez tão tarde, de impossível
Orvalho! Sonho de asas quebradas, gaiolas
De impedimentos, jamais permitindo
Um aceno... Trejeito d'uma alvorada!

O tudo não vivido, vive no pensamento! A
Cada passo um sino... Badalejando esta sina
Saudades do que não tive, olhares que não
Colhi, nascente reprimida navalha triste...

Neblina! Amor, furtivo Amor! Abstrato
Do incerto! Nunca à luz do dia... N´uma
Só alma nascidos, sem vôos a céu aberto!

Só a noite estrelejamos d’harpas o sideral
Em palpitações de anjos, altares de trinos
Nocturno recital! Adágios de sol afinando...

O destino, rouxinol e cotovia, d’hinos uma
....................................... Catedral!

By Iza
14/10/2009

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sábado, 24 de outubro de 2009

Poesia sem Rosto

Poesia sem Rosto

D´ares soturnos estes meus olhares
Sol amuado, sem brisa... Recados! Nuvens
Acampadas no meu coração! Murcho cortejo
De flores, campo calcinado! Suspiram...

Desencantos tristes violetas, não as enlaçam
O vento... Ora, um gemido apenas! Só eu e meus
Pensamentos no avesso d´um Poema, mesmo
As borboletas... Dormiram asas pequenas!

Aprisiono-me neste silêncio... Álibi do meu grito
Nele posso no abandono suportar espinhos
Abençoada mordaça onde guardo o aflito! Pelo...

Impossível da vida, um rito imposto! Palavras para
Quê, se foi dado o veredicto!? Das mãos céleres
Do tempo, mais um cálice de desgosto! Silêncio...

Meu mosto! Se verso não escrito, Poesia sem
............................................. Rosto!

By Iza
23/10/2009


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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Na Selva dos Dias

Na Selva dos Dias

Não posso olhos... Além destas noites nuas
D´um negro rigor vestido, o céu está fechado
Vivo feito sombra, albergue da solidão
Estrelas adormecidas... Versos sem luas!

Ando tão cansada! Me desperto antes do sol
Realejo dos passarinhos... E busco, por todos
Os cantos, a chave da aurora! Mas chove
Chove saudades, sombrejando-me o arrebol!

Desanimei Poemas na selva dos dias, rimas
Convalescentes deitam-se com o poente
Velejo tristezas... E o mar, calado, consente!

Uma fresta deste sorriso, permitam! Nuvens
Nuvens, apartais! Um cisco de olhar, ao menos
Desta aurora que se vai! Recolham! Recolham...

As redes deste único intante! O agora, amanhã
............................................. Jamais!

By Iza
21/10/2009


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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Teu Chamado Amor

Teu Chamado Amor

Dispersos tantos... Caminhos relutei
Na fé calçada, rochedo da fortaleza
Sem hesitar buscava meu afino, nas
Mãos do tempo... Batuta da certeza!

De longe vim... Cinderela e mocidade
Borralheiras noites em castelos de
Ventos! D'auroras fábulas... Sapatinho
De cristal, nas escadarias do pensamento!

Realidade... Ruga na fronte do sonho
Meu sim confiante, sabia n'uma encruzilhada
Tu'Alma da minha, o semblante! E n'um repente...

Fadas, gnomos e querubins... Nas três-marias
D'uma madrugada, langues d'um beija-flor
Ouvi teu chamado Amor! Sol, não mais...

Imaginário, d'luzes me estremecendo o
.................................... Sangue!

By Iza
13/10/2009


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domingo, 11 de outubro de 2009

E o Sol Deixou de Ser

E o Sol Deixou de Ser

Diga-me dos teus dias... Morro por ti
Abençoe-me com tua alvorada, permita ao
Vento dizer-te às lágrimas desta madrugada
Meus olhos nublados... Vacilam neste nada!

E o sol deixou de ser no silêncio da tua luz
Peito triste soluça nossa antiga canção
Si tu no estás aqui, abandono a vida
N'algema do tempo... Jazigo da solidão!

Diga-me das tuas noites... Saudade que me
Consome, ando no susto das horas te alucinando
Suspiro teu nome baixinho, verso da minha fome!

Deliro tua voz me acariciando... Pensamento do
Meu ninho, onde minh'alma prostrada, ajoelha prantos
Espinhos! E o sol deixou de ser no silêncio da tua...

Luz, abençoe com tua aurora, este vulto em forma de
....................................................... Cruz!

By Iza
10/10/2009


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