Tempo! Inexorável laço na garganta dos dias
Termo da carne no cadafalso da vida
A cada suspiro das horas... Tear do silêncio
Fio a fio, vai tecendo a despedida!
Sem apelações! Do nó, a mão feitora
Ao rico e ao pobre, ao ateu e ao crente
Não olha caras, nem há donos das situações
Cartas marcadas... Coringas inexistentes!
Falsa glória! Tulha abarrotada de Ilusão! Para
Quê amontoar diamantes, se a pepita do peito
Pende no alçapão!? N'um átimo nos decide a...
Sequência, sem tomar obediência! Porque
Acumular resíduos que nos estragam a essência!?
Se o efêmero da carne fenece, n´alma...
Podemos a eternidade! Carrasco! Máxima da
....................................... Igualdade!
By Iza
14/09/2009
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