Pelos mundanos caminhos, d’espinhos
D’rosas, podemos enganos... Falsos apogeus
Nem sempre lembramos o incerto amanhã
Daqueles que a vida, do chão, não ergueu!
E “justos” seguimos, tal qual fariseus, não
Vemos as nódoas nos dias tecidas, detrás das
Cortinas da aparência, ouro de tolo, desnortedas
Balanças em falsas medidas! Culpas sob o tapete...
Não cegam a verdade! Que vale a matéria, ostentoso
Aparato, se o céu e a bonança somente se alcança
Pela caridade! Sombras vaidosas no lastro...
Da noite! Opulência dos Insensatos! Na taça do
Orgulho que ora embriaga, também é bebida, a
Consequência dos atos! Que os degraus da subida...
Na fatal descida, não sangrem no peito sofridas
.............................................. Adagas!
By Iza
23/09/2009
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